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O IMPACTO DA MODA NO MERCADO FINANCEIRO

  • Foto do escritor: Versati Magazine
    Versati Magazine
  • 9 de abr. de 2020
  • 2 min de leitura

a influência gerada pela indústria têxtil no universo das finanças


A primeira impressão que se tem sobre o mundo da moda e o do mercado financeiro é que os dois mundos parecem não ter nada a ver um com o outro, não é mesmo? A verdade é que existem diversas opções e oportunidades de investimentos em empresas de consumo e varejo, como em qualquer outro setor da economia. Ou seja, quem gosta do mundo da moda e por cuja cabeça nunca passou a ideia de que poderia investir em empresas com as quais se identifica, a resposta é que isso é possível.


A moda por si própria é um ecossistema, em que se faz necessário explorar cada fragmento. Assim como os indicadores econômicos e as forças políticas desestabilizadoras, esse mercado está cauteloso. A tendência de desaceleração global faz com que as marcas se tornem cada vez mais prudentes – investindo em tecnologia e em inteligência artificial, por exemplo. Países emergentes, como a Índia, têm se fortalecido na indústria da moda, com o número de consumidores crescendo exponencialmente e com um setor de manufatura aquecido. Sendo assim, para outros países – como o Brasil –, é essencial que as marcas redobrem os esforços, afim de não perderem seus consumidores para o mercado internacional.


O mundo da moda também é um instrumento de expressão para causas sociais, como feminismo e sustentabilidade. Sendo assim, é bastante comum que a busca por representação e defesa de causas sociais tenha um reflexo no segmento de vestuário, atraindo o olhar da nova geração para as marcas, uma vez que os consumidores tendem a recompensar as empresas que adotam postura frente a certos acontecimentos e coisas. (Foto/Reprodução: Pinterest).



O Brasil vem apresentando contínuo crescimento em volumes de unidades confeccionadas nesse mercado centenário. Em um ritmo superior a 6% ao ano, entre 2008 e 2012, o segmento aumentou sua participação no mix geral da produção de vestuário. Com tal evolução, a participação desse produto subiu de 4,7% das peças confeccionadas, os dados foram divulgados pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEME), a partir da publicação do seu “Estudo do Mercado Potencial de Jeanswear no Brasil”.


Empresas que ainda não fazem o uso da internet, do e-commerce principalmente, correm grande risco de serem extintas – perdendo mercado e novas oportunidades de negócio. Durante a crise que passamos, vimos que brechós, aluguéis e reparos ganharam cada vez mais visibilidade. Portanto, é necessário que as companhias encontrem um meio de adentrar nesses segmentos e acessar aqueles que preferem esse estilo de compras.


Para os varejistas que não atuam dentro dessa nova modalidade de mercado, ainda há tempo de ingressar para o comércio eletrônico e garantir uma fatia neste mercado em franca expansão. A moda no Brasil é sim uma ótima opção de investimento.

 
 
 

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